Ministério da Cultura, Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, VIVO e BNDES apresentam

"Homenagem a Villa-Lobos e Egberto Gismonti" - Duo Gisbranco e Jaques Morelenbaum - "Duo Gisbranco 10 anos" - Participação: Chico César

Espaço Tom Jobim Música sem Fronteiras

"Homenagem a Villa-Lobos e Egberto Gismonti" - Duo Gisbranco e Jaques Morelenbaum - "Duo Gisbranco 10 anos" - Participação: Chico César

Em dois momentos distintos, o Duo Gisbranco rende, primeiramente, sua homenagem a Villa-Lobos e Egberto Gismonti, ao lado de Jaques Morelenbaum. Em seguida, mostram o repertório de seu primeiro e recente DVD - Gisbranco - 10 Anos -, tendo como convidado Chico César, parceiro de Bianca Gismonti e Claudia Castelo Branco no próximo CD do duo - Pássaros.

MAIS INFORMAÇÕES:

Tel: (21) 2274-7012
Capacidade: 378 lugares
Entrada: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)
Vendas pela www.ingressorapido.com.br ou na bilheteria do local. Aceita cartão de crédito e débito.
Estacionamento: no Rubayat a R$ 7,00 mediante apresentação do ingresso; a Praça Santos Dumont possui estacionamento rotativo da Prefeitura do Rio de Janeiro.

ENDEREÇO:

Rua Jardim Botânico, 1008 - Jardim Botânico

Release

DUO GISBRANCO

Formado pelas pianistas Bianca Gismonti e Claudia Castelo Branco, tem como proposta explorar a sonoridade do piano na fronteira entre a música popular e a música de concerto. Seu repertório passeia por obras de Astor Piazzolla, Egberto Gismonti, Hermeto Pascoal, Villa-Lobos, Ernesto Nazareth e Edu Lobo, além de composições próprias. Tem se apresentado tanto em circuitos de música popular, como de concerto. Em 2008, lançou o CD primeiro CD - Duo Gisbranco -, e, em 2011, o Flor de Abril -, disco que contou com as participações de Robertinho Silva, Carlos Malta e Chico César. Atualmente, está se preparando para o lançamento de seu terceiro disco, somente de parcerias do duo com Chico César.

Visite https://www.facebook.com/DuoGisbranco/

JAQUES MORELENBAUM

Com 42 anos de carreira como músico, tomou parte em mais de 700 álbuns, colaborando como violoncelista, compositor, arranjador, regente e produtor com Antonio Carlos Jobim, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Egberto Gismonti, Gal Costa, Milton Nascimento e Chico Buarque, entre tantos outros. Participou também de uma série de produções musicais com artistas internacionais, entre eles Ryuichi Sakamoto, com quem toca desde 1992 até os dias de hoje, e com Sting. Gravou com os portugueses Madredeus, Carminho, Mariza, Dulce Pontes e Rui Veloso, as cabo-verdianas Cesária Évora e Mayra Andrade, o francês Henri Salvador, o angolano Paulo Flores, os japoneses Sadao Watanabe, Choro Club e Gontiti, os norte-americanos David Byrne e Chris Botti, os espanhóis Clara Montes e Presuntos Implicados, o cubano Omar Sosa e a mexicana Julieta Venegas. É vencedor do Grammy de World Music, como produtor do álbum Livro de Caetano Veloso, do Grammy Latino de Melhor Disco de Música Brasileira, pelo álbum Noites do Norte, também de Caetano Veloso, e do Grammy Latino de Melhor Longa Metragem de Música Pop por sua co-produção do Acústico MTV de Julieta Venegas. Compôs e produziu inúmeras trilhas sonoras para o cinema e teatro, entre elas para os filmes Nise, o Coração da Loucura, de Roberto Berliner (Prêmio Aruanda de Melhor Trilha Sonora), Tieta (Prêmio Sharp para Melhor Trilha Sonora) e Orfeu do Carnaval, de Cacá Diegues (ambas junto a Caetano Veloso), O Quatrilho (vencedora do Prêmio Coral do Festival de Cinema de Havana de Melhor Trilha Sonora, também com Caetano Veloso), Jacobina e Lula, Filho do Brasil (esta em parceria com Antonio Pinto, vencedora do Prêmio de Melhor Trilha Sonora da ACIE - Associação dos Críticos da Imprensa Estrangeira), os três de Fábio Barreto, Olhos Azuis, de José Jofilly (Grande Prêmio do Cinema Brasileiro para Melhor Trilha Sonora da Academia Brasileira de Cinema), A República dos Anjos, de Carlos Del Pino, Paid de Laurence Lamers e Central do Brasil (junto a Antonio Pinto), de Walter Moreira Salles (vencedor do Prêmio Sharp para Melhor Trilha Sonora). Participou em cena dos filmes Fale com Ela, de Pedro Almodóvar, tocando Cucurucucu Paloma, junto a Caetano Veloso, e A Música Segundo Tom Jobim, de Nelson Pereira dos Santos e Dora Jobim. Participou da Nova Banda de Tom Jobim como violoncelista e produtor, excursionou o mundo todo tocando com Egberto Gismonti, foi violoncelista, arranjador e diretor musical de Caetano Veloso, colaborou com Gal Costa, também como cellista e arranjador, e com Gilberto Gil. Tomou parte do Quarteto Jobim Morelenbaum e do grupo Morelenbaum2Sakamoto, como qual gravou os discos Casa, A Day in New York e Live in Tokyo. Lançou, recentemente, seu primeiro disco solo - Saudade do Futuro_Futuro da Saudade - à frente do seu grupo, o CelloSambaTrio.

Visite https://www.facebook.com/jaques.morelenbaum

CHICO CÉSAR

Nascido Francisco César Gonçalves, no município de Catolé do Rocha, interior da Paraíba, aos dezesseis anos foi para a capital João Pessoa, onde se formou em jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba. Aos 21, mudou-se para São Paulo. Trabalhando como jornalista e revisor de textos, aperfeiçoou-se em violão, multiplicou suas composições e começou a formar o seu público. Em 1995, lançou o primeiro CD - Aos Vivos -, acústico e ao vivo, com participações de Lenine e do lendário Lany Gordin. Em 1996, veio o sucesso nacional e internacional através do segundo álbum - Cuscuz Clã -, produzido por Marco Mazzola. No terceiro CD - Beleza Mano -, mergulhou na cultura negra com participações do zairense Lokua Kanza, coral negro da Família Alcântara, os rappers Thaíde e DJ Hum. Mama Mundi, de 2000, mostra sua qualidade de intérprete num trabalho repleto de canções e referências ao som que se faz, tanto no interior do Brasil como em diversas partes do mundo. Em 2002, foi a vez de Respeitem Meus Cabelos, Brancos; em 2005, De uns Tempos pra Cá. Francisco Forró y Frevo, um mergulho do artista no espírito das duas principais festas populares nordestinas, foi lançado em 2008. Em 2015, lançou Estado de Poesia, seu primeiro disco de inéditas em oito anos.

Visite http://chicocesar.com.br/